Guia de implementação
Quadros SQDIP.
O SQDIP é um quadro de desempenho diário que acompanha Segurança, Qualidade, Entrega, Inventário e Produtividade de uma área, um dia de cada vez, com regras binárias de vermelho ou verde. Ele é uma estrutura de conversa, não enfeite de parede: cada letra obriga a responder todo dia uma pergunta, estamos ganhando hoje, e se não estamos, quem vai fazer o quê. Quadro que nunca fica vermelho está mentindo.
O que é o SQDIP, letra por letra
SQDIP são cinco letras num quadro dentro da área: Segurança, Qualidade, Entrega, Inventário, Produtividade. Cada letra tem uma grade com um quadradinho por dia do mês, e todo dia a equipe pinta cada quadradinho de vermelho ou verde contra uma regra combinada antes. Embaixo das letras fica a faixa de ações: o que ficou vermelho, o que está sendo feito, quem é o responsável e até quando.
O quadro é uma estrutura de conversa, não enfeite de parede. As letras existem para obrigar uma resposta diária a uma pergunta por dimensão: estamos ganhando hoje, e se não estamos, quem vai fazer o quê. As cores não são o ponto. Os dez minutos que a equipe passa na frente delas toda manhã são o ponto, e o quadro só existe para que essa conversa tenha fatos em que se apoiar.
Por isso mesmo, quadro que nunca fica vermelho está mentindo. Ou as regras são tão frouxas que nada reprova, ou as marcas são médias que suavizam as falhas, ou as pessoas aprenderam que um quadradinho vermelho rende interrogatório. O vermelho não é o fracasso. O vermelho é o produto: cada um é um problema pego no dia em que aconteceu, ainda pequeno o bastante para sair barato.
| Letra | O que o Tier 1 acompanha | Indicador de exemplo | Regra de vermelho de exemplo |
|---|---|---|---|
| S Segurança | Acidentes com e sem afastamento, quase acidentes, casos de primeiros socorros, condições inseguras encontradas e corrigidas. A pergunta do dia: todo mundo voltou inteiro para casa, e vai voltar hoje? | Acidentes e quase acidentes por turno | Vermelho se houve qualquer acidente ou qualquer quase acidente no turno |
| Q Qualidade | Defeitos gerados ou retidos na área, aprovação na primeira passagem, tudo que escapou para o processo seguinte ou para o cliente. A pergunta do dia: fizemos certo da primeira vez? | Aprovação na primeira passagem (FPY) | Vermelho se o FPY do turno ficar abaixo de 97% |
| D Entrega | Produção contra o plano do turno, aderência ao programa, pedidos atrasados por causa da área. A pergunta do dia: o processo seguinte ou o cliente recebeu o que foi prometido? | Unidades produzidas contra o plano do turno | Vermelho se o turno fechar abaixo do plano, mesmo por uma unidade |
| I Inventário | Material em processo contra as faixas de pulmão projetadas, disciplina do kanban, falta de material. A pergunta do dia: o material está onde o projeto diz que deveria estar? | WIP antes da área, em peças | Vermelho se algum pulmão estiver acima do máximo ou abaixo do mínimo na contagem de início de turno |
| P Produtividade | Produção por hora-homem, paradas, aderência ao takt. A pergunta do dia: a equipe que a empresa pagou produziu o que estava planejado? | Unidades por hora-homem | Vermelho se ficar abaixo de 95% do padrão no turno |
Repare no que todas essas regras têm em comum: são binárias e valem por turno. Um limite, cruzado ou não, julgado pelo que aquela equipe conseguia influenciar antes de o turno acabar. Sem amarelo, porque o amarelo é onde as falhas se escondem. Sem percentual acumulado do mês, porque a média deixa você perder hoje com o quadro ainda verde.
Onde o SQDIP entra no roteiro de transformação
No roteiro de implantação do TeamGuru, os quadros SQDIP são o núcleo visual da prática de gerenciamento diário na etapa Rodar o dia a dia. Eles vêm depois de existir uma base de KPIs confiável, andam em paralelo com o trabalho padronizado e o 5S e alimentam a solução estruturada de problemas com o que revelam. Esta página trata do quadro em si. O sistema em volta dele está em gerenciamento diário lean, e a cascata de reuniões para a qual o quadro reporta está em reuniões por níveis (Tier).
- Antes KPIs de base
- Você está aqui Quadros SQDIP
- Em paralelo Trabalho padronizado e 5S
- Depois Solução estruturada de problemas
Quando o quadro é cedo demais
O quadro SQDIP multiplica um sistema de gestão que já existe em embrião. Ele não substitui um. Segure o quadro enquanto qualquer uma destas situações for verdade:
- Não existe uma base confiável. Se a área ainda não sabe dizer qual é de fato a aprovação na primeira passagem ou a aderência ao programa, as regras de vermelho viram chute e a primeira discussão no quadro é sobre o dado, não sobre o problema. Construa a medição antes; veja o guia de indicadores industriais abaixo.
- Não existe ritmo de reunião para agir em cima dele. Quadro sem reunião diária é gráfico. Se os supervisores não conseguem proteger dez minutos por dia, resolva esse problema de agenda antes de comprar quadro branco.
- Ninguém acima da área responde aos escalonamentos. Se um vermelho que a equipe não resolve não tem para onde ir, o quadro ensina impotência com código de cores.
- A área está em crise aguda. Uma semana de linha parada ou um bloqueio de qualidade do cliente pede contenção, não rotina nova. Comece o quadro quando o incêndio der uma trégua para respirar.
A primeira condição é a mais comum. Se a planta ainda está decidindo o que medir e como, comece pelo guia de indicadores industriais e volte aqui quando os números sobreviverem a uma discussão.
O layout do quadro
O layout que funciona é sem graça e repetível: cinco painéis lado a lado, um por letra. Cada painel traz a letra, o indicador e a regra de vermelho escritos onde todo mundo lê, e uma grade de dias do mês, 31 quadradinhos pintados conforme o mês avança. Embaixo corre a faixa de ações: uma linha por vermelho, com o fato, a ação, o responsável, o prazo e a situação. Algumas plantas desenham a própria letra grande dividida em 31 pedaços; fica bonito na foto, mas a grade simples é mais fácil de marcar e de auditar.
Quadro da área de montagem, dia 17 do mês
Acidentes + quase acidentes
Aprovação na 1ª passagem
Unidades x plano
WIP x faixa do pulmão
Unidades por hora-homem
Faixa de ações
| Dia | Letra | Fato | Ação | Responsável | Prazo | Situação |
|---|---|---|---|---|---|---|
| dia 12 | Q | FPY de 96,1%, pinos de conector tortos | Escalonado para o Tier 2, 8D aberto | K. Mendes | dia 20 | Aberta |
| dia 16 | D | 214 de 228 unidades, travamentos no alimentador da linha 2 | Trocar o trilho gasto do alimentador | M. Ortiz | dia 19 | Em andamento |
| dia 17 | P | 2,3 unidades por hora-homem, duas posições descobertas | Treinar dois operadores da submontagem na operação | J. Ribeiro | dia 24 | Aberta |
Quadro ilustrativo, no meio do mês. Todo quadradinho vermelho das grades deve ter uma linha correspondente na faixa de ações, e toda linha, um quadradinho vermelho.
O resto é opcional. Um gráfico de tendência ou um Pareto atrás de cada painel ajuda quando a equipe já faz solução de problemas semanal; fotos, frases de missão e políticas plastificadas não ajudam. O teste para qualquer coisa que entre no quadro: a reunião de dez minutos usa isso? Se não usa, é decoração ocupando o lugar da informação.
Como montar o quadro, área por área
O quadro se monta numa tarde e leva de quatro a seis semanas para virar realidade. A sequência abaixo é o caminho de uma área; leve essa área a um ritmo estável antes de começar a próxima.
- Escolha uma área piloto, não a planta inteira. Escolha a área com o supervisor mais forte, não a dos piores números. O papel do piloto é gerar um exemplo funcionando que as próximas áreas copiem, e uma área que já está afundando não aguenta carregar uma rotina nova e os problemas antigos ao mesmo tempo.
- Escolha indicadores que quem está no turno consegue influenciar. Um indicador por letra, e cada um precisa passar num teste: se a equipe fizer tudo certo hoje, a letra fecha verde à noite? OEE da planta, custo mensal de refugo e PPM do cliente não passam nesse teste no Tier 1. Unidades contra o plano, aprovação na primeira passagem da linha e peças no pulmão passam.
- Defina a regra de vermelho ou verde como binária e por turno. Um limite, um turno, sem amarelo e sem média acumulada do mês. O amarelo é onde as falhas se escondem, e a média é um jeito de estar perdendo hoje com o quadro dizendo o contrário. Qualquer pessoa da área tem que conseguir auditar a cor de ontem em menos de um minuto.
- Monte o quadro e combine quem marca, e quando. A equipe que sai marca a grade na passagem de turno, como parte do seu trabalho padronizado, com o supervisor confirmando, não substituindo. Quadro pintado pelo supervisor sozinho às 16h é relatório, e relatório não muda o próximo turno.
- Treine os 10 minutos, todo dia, por duas semanas. Faça a reunião todo dia útil com um coach dentro da roda: mesmo horário, mesma ordem, pauta no quadro. O supervisor conduz desde o primeiro dia. O gerente da área participa para dar o exemplo, principalmente na parte difícil, que é agradecer pelos vermelhos.
- Conecte o escalonamento antes de multiplicar. Combine o que a área decide sozinha, o que sobe para a reunião de Tier 2 e em quanto tempo a resposta volta. Só então replique área por área, uma de cada vez, cada uma escolhendo os seus cinco indicadores. Copiar os indicadores do piloto para todos os quadros é como o SQDIP vira papel de parede.
A reunião de 10 minutos no quadro
Em pé, no quadro, mesmo horário todo dia, supervisor conduzindo, todo mundo que rodou o turno convidado. Dez minutos bastam porque a reunião decide e distribui; ela não resolve. As marcas de minuto são disciplina, não cronômetro: elas existem para que a segurança nunca seja pulada e as ações nunca sejam espremidas.
| Minuto | Bloco | O que acontece |
|---|---|---|
| 0:00 a 1:00 | Segurança primeiro | Qualquer acidente, quase acidente ou condição insegura das últimas 24 horas, mais o risco específico de hoje: operador novo, empresa terceirizada na área, máquina aberta para manutenção. Em muitas plantas o DDS já ocupa esse espaço no início do turno. A segurança abre toda reunião, mesmo quando o mês inteiro está verde. |
| 1:00 a 3:00 | As letras de ontem | Percorra S, Q, D, I e P nessa ordem. Letra verde recebe uma palavra. Cada vermelho recebe o fato em uma frase: o quê, onde, de que tamanho. Ninguém caça causa raiz no quadro. |
| 3:00 a 5:00 | As falhas de ontem viram ação | Todo vermelho ganha uma ação com responsável e prazo na faixa de ações, ou uma atualização da ação que já existe. Vermelho sem ação é falha da reunião, não do turno. |
| 5:00 a 7:00 | Os riscos de hoje | O que pode deixar uma letra vermelha hoje: falta de gente, falta de material, uma máquina sinalizada pela manutenção, um lote de teste. Defina a contramedida agora, não às 14h, quando o plano já foi perdido. |
| 7:00 a 9:00 | Ações e escalonamento | Rode a faixa de ações: vence hoje, atrasada, travada. Tudo que a área não resolve com a própria gente e o próprio orçamento é apontado para o Tier 2, junto com a pessoa que vai levar o assunto até lá. |
| 9:00 a 10:00 | Fechamento | Repita quem deve o quê e até quando. Termine no horário. A pontualidade da reunião é a credibilidade do quadro. |
A única regra que mantém os seis blocos funcionando: nada de resolver problema no quadro. No instante em que duas pessoas começam a debater causa raiz, as outras seis saem mentalmente da reunião. A frase do facilitador é simples: bom problema, reunião errada, quem leva e quando.
Exemplo resolvido: cinco indicadores, cinco regras de vermelho
Os números são ilustrativos, mas coerentes entre si, e valem para a fabricante de componentes com 450 pessoas usada em todo o roteiro de transformação: demanda de 456 unidades por dia, dois turnos, 54 000 segundos de tempo de trabalho diário, takt de 118 segundos. A área de montagem final roda com 12 operadores por turno e deve 228 unidades por turno. A equipe da área escolheu estes cinco indicadores e regras:
| Letra | Indicador | Verde significa | Regra de vermelho |
|---|---|---|---|
| S | Acidentes e quase acidentes | Zero acidentes, zero quase acidentes | Vermelho se houve qualquer acidente ou qualquer quase acidente no turno |
| Q | Aprovação na primeira passagem no teste de fim de linha | 97% ou mais (no máximo 6 defeitos em 228 unidades) | Vermelho a partir de 7 defeitos num turno de 228 unidades |
| D | Unidades produzidas contra o plano do turno | 228 unidades, o plano cheio do turno | Vermelho se o turno fechar abaixo de 228, mesmo em 227 |
| I | WIP antes da célula no início do turno | 450 a 900 peças, um a dois dias de demanda | Vermelho se a contagem passar de 900 ou ficar abaixo de 450 peças |
| P | Unidades por hora-homem (12 operadores, 90 horas-homem) | 2,5 unidades por hora-homem ou mais | Vermelho abaixo de 2,4, cerca de 95% do padrão |
Três dessas regras merecem um comentário. A entrega é dura de propósito: 227 unidades é vermelho, porque "quase lá" é como um plano se desfaz, uma unidade por vez. A faixa de inventário, 450 a 900 peças, não é arbitrária; é o supermercado projetado no mapa do fluxo de valor da planta, então o quadro agora protege uma decisão de projeto em vez de uma opinião. E a segurança conta um quase acidente relatado como vermelho de propósito: vermelho quer dizer "vamos falar disso hoje", não "alguém está encrencado". O supervisor agradece a quem relatou, pelo nome, em voz alta, toda vez, porque o dia em que os quase acidentes param de ser relatados é o dia em que a linha do S começa a mentir.
Nas duas primeiras semanas o quadro ficou quase todo vermelho: a entrega falhou seis dias em dez, a produtividade oscilou com posições descobertas e a qualidade ficou vermelha três dias seguidos pelo mesmo defeito de pino torto. Essa sequência é a cara de um quadro funcionando. O vermelho do pino torto subiu para o Tier 2, voltou como um 8D com o fornecedor do conector, e duas semanas depois a linha do D melhorou por um motivo que todo mundo no quadro sabia dizer qual era.
SQDCP, SQCDP e outras variantes
Toda planta uma hora tem a discussão das letras. As variantes mais comuns:
| Variante | O que muda | Quando faz sentido |
|---|---|---|
| SQDC / SQDCP | C de Custo, substituindo Inventário e Produtividade ou entrando como quinta letra | Quando o financeiro exige uma letra de custo. Seja honesto: equipe de turno quase nunca mexe em custo diretamente, então dê ao C um direcionador que o turno controla, como peças de refugo ou horas extras, e não um valor em R$ calculado em outro lugar. |
| SQCDP | As mesmas letras, com a qualidade na frente da entrega | É uma declaração de prioridade. Inofensivo, e às vezes útil em plantas que estão saindo do hábito de despachar defeito para proteger o programa. |
| +E (meio ambiente) | Um painel E para vazamentos, emissões e condicionantes da licença ambiental | Indústrias de processo, onde um evento ambiental é tão grave quanto um evento de segurança. Fora delas, normalmente só dilui a atenção. |
| +M (pessoas ou clima) | Presença, cobertura de competências, posições em aberto | Útil onde o absenteísmo é a restrição diária do plano. Mantenha a regra binária: vermelho se o turno começou abaixo da equipe mínima ou da cobertura mínima de competências. |
O conselho com opinião: discuta menos as letras e mais as regras de vermelho. Qualquer conjunto de letras funciona se cada letra tiver uma regra binária por turno, uma marca diária feita pela equipe e uma faixa de ações que seja rodada de verdade. Nenhum conjunto funciona sem isso. Planta que passa três semanas debatendo se o inventário merece painel quase sempre está fugindo da conversa mais difícil, a de decidir o que o vermelho significa.
O dia a dia do quadro
As marcas são feitas na passagem de turno pela equipe que sai, contra as regras, em menos de cinco minutos, como trabalho padronizado escrito. A reunião acontece no início do turno que entra. Esse horário importa: o quadro fala de ontem enquanto ainda existe um hoje para proteger.
Todo vermelho segue o mesmo caminho. Vira um fato em uma frase e, depois, uma ação com responsável e prazo na faixa. Vermelho que a área resolve fica no Tier 1. Vermelho que a área não resolve com a própria gente e o próprio orçamento, ou letra vermelha três dias seguidos, ou a mesma causa repetindo dentro de uma semana, sobe para a reunião de Tier 2 na mesma manhã, levado por uma pessoa com nome, com hora combinada para a resposta voltar. É a cadeia de ajuda funcionando. Essa cascata é assunto do guia de reuniões por níveis, e a mecânica do escalonamento é o caso de uso de escalonamento de problemas. Os vermelhos crônicos, os que sobrevivem aos paliativos, saem do quadro e entram na solução estruturada de problemas com um mês de marcas diárias como evidência.
Os líderes mantêm o sistema honesto aparecendo. Um gerente industrial que visita dois quadros por semana como parte do seu trabalho padronizado do líder e pergunta "o que esse vermelho produziu?" ensina mais sobre padrão do que qualquer política. Um líder que passa por uma parede toda verde sem perguntar como uma área que sofre consegue ficar verde também ensina alguma coisa.
Como é quando funciona e quando não funciona
Quando não funciona
- Pintado às 16h pelo supervisor, sozinho, de memória
- Médias e percentuais acumulados do mês no lugar das marcas diárias
- Sem faixa de ações, ou com ações sem responsável e sem prazo
- Seis semanas seguidas de verde numa área que todo mundo sabe que sofre
- Indicadores que o turno não move: OEE da planta, custo mensal de refugo, PPM do cliente
- A reunião derrete em 25 minutos de debate sobre causa raiz no quadro
Quando funciona
- Marcado pela equipe na passagem de turno, vermelho no mesmo dia em que a regra foi quebrada
- Regras binárias por turno que qualquer pessoa da área audita em um minuto
- Todo quadradinho vermelho ligado a uma ação com responsável e prazo
- Vermelho repetido sobe, e a resposta volta em até um dia
- Líderes fazem perguntas no quadro em vez de pedir relatório
- Dez minutos, em pé, mesmo horário todo dia, termina na hora
Digitalizar sem matar o quadro
Comece físico. O hábito de marcar um quadradinho com a própria mão, ficar em pé na roda e apontar para um vermelho nasce mais fácil em volta de uma parede do que de uma tela. Mas o quadro branco tem limites reais quando a coisa cresce: o histórico acaba nos 31 dias, quando a grade é apagada; a faixa de ações enche e é apagada junto; e um vermelho escalonado precisa ser redigitado no que quer que o Tier 2 use.
Digitalizar resolve exatamente isso quando é feito como quadro, não como dashboard. No TeamGuru, as letras viram KPIs com a regra de vermelho junto, a reunião de dez minutos mantém a pauta fixa em gestão de reuniões, e um vermelho vira ação com responsável e prazo no mesmo movimento, visível para a reunião de Tier 2 sem ninguém copiar nada. Doze meses de marcas diárias viram o Pareto de que a solução de problemas precisa, e que um quadro branco apagado nunca vai conseguir dar.
O que precisa sobreviver à digitalização, sem negociação: a reunião diária em pé, diante de uma tela ou de um quadro dentro da área; uma pessoa confirmando as cores do dia, em vez de um algoritmo atribuindo cor sem ninguém olhar; e regras de vermelho binárias que ninguém suaviza virando índice. A ferramenta deve tirar a redigitação, não o ritual. Dashboard que ninguém para na frente é a mesma parede mentirosa de antes, agora com login.
Leve com você
O diagrama deste guia como imagem, livre para usar em treinamentos e workshops internos.
Baixar PNGPerguntas frequentes
O que significa SQDIP?
Qual a diferença entre SQDIP e SQDC ou SQDCP?
Quem atualiza o quadro SQDIP?
O quadro SQDIP deve ser físico ou digital?
O que acontece quando uma letra fica vermelha?
Em quanto tempo o quadro SQDIP muda o comportamento?
Como funciona no TeamGuru
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