Guia de implementação
Reuniões Tier.
As reuniões Tier são a cadeia de reuniões diárias que sustenta o gerenciamento diário da planta: a Tier 1 no quadro da equipe, a Tier 2 na área, a Tier 3 na planta, uma atrás da outra na mesma manhã. Uma reunião Tier dura 15 minutos, é feita em pé, na frente do quadro, e trata de desvios e ações. No momento em que vira reunião sentada, com slides e status, ela deixa de proteger o dia. O escalonamento é o que essa cadeia entrega: sem ele, os três níveis são só três reuniões separadas.
O que são reuniões Tier
A reunião Tier é o ritmo diário do sistema de gestão da planta: uma reunião curta, em pé, na frente de um quadro de gestão à vista, em que a equipe compara o dia de ontem com o padrão, define o que saiu da linha e distribui ações. Os níveis ligam essas reuniões em cadeia. A Tier 1 acontece em cada quadro de equipe, a Tier 2 junta os líderes de Tier 1 da área, a Tier 3 leva as áreas ao gerente da planta, e a cadeia inteira cabe nas duas primeiras horas do turno.
A cadeia pesa mais do que qualquer reunião isolada. O que a equipe não resolve sobe na mesma manhã; o que a liderança decide desce no mesmo dia. Esse tráfego de mão dupla, escalonamento para cima e resposta para baixo, é o produto real do sistema. Uma planta que roda três reuniões bem conduzidas, sem caminho de escalonamento entre elas, não tem reuniões Tier. Tem três reuniões separadas.
Sobre o escopo: esta página trata da cadeia de reuniões em si, das pautas, dos horários e das regras de escalonamento. O quadro na frente do qual elas acontecem tem guia próprio, quadros SQDIP, e o sistema em volta, quadros mais reuniões mais rotinas de liderança mais solução de problemas, está em gerenciamento diário lean.
Os três níveis em uma tabela
Esse é o formato padrão para uma planta de porte médio com turno começando às 6h. Desloque os horários conforme o início do seu turno e mantenha os intervalos: cada nível precisa de 20 a 30 minutos depois do nível de baixo, para os escalonamentos chegarem frescos e os líderes conseguirem caminhar de um quadro ao outro.
| Tier 1: equipe | Tier 2: área | Tier 3: planta | |
|---|---|---|---|
| Quem participa | Líder de equipe e o time inteiro, de 5 a 10 pessoas | Gerente de área, os líderes da Tier 1 e representantes de manutenção, qualidade e planejamento (PCP) | Gerente da planta, gerentes de área, chefes de engenharia, RH e suprimentos |
| Quando | 6h45, depois dos primeiros 45 minutos de um turno que começa às 6h | 7h15 | 8h |
| Duração | 15 minutos | 20 minutos | 30 minutos |
| Quadro usado | Quadro SQDIP da equipe, na célula | Quadro da área: uma linha por equipe, mais a faixa de escalonamento | Quadro da planta: tendências do SQDIP, principais escalonamentos, status das contramedidas |
| Foco | Desvios de ontem, riscos de hoje, ações que a equipe assume | Só vermelhos e escalonamentos, apoio das áreas de suporte para o dia de hoje | Tendências da planta, conflitos de recurso, decisões que exigem autoridade ou dinheiro |
| O que sobe | Tudo o que a equipe não resolve com a própria gente e as próprias ferramentas, registrado em até uma hora | Tudo o que precisa de investimento, tempo de engenharia ou uma decisão de política interna | Nada. Termina aqui como decisão, projeto ou uma recusa com justificativa registrada |
| O que desce | Uma resposta na faixa de escalonamento até a reunião da manhã seguinte, no máximo | Um responsável e um tempo de resposta para cada escalonamento aceito, no mesmo dia | Decisões e prioridades, levadas para baixo pela Tier 2 no mesmo dia |
As durações são teto. Uma Tier 1 que precisa de mais de 15 minutos está resolvendo problemas dentro da reunião em vez de distribuí-los depois dela.
Onde as reuniões Tier entram no roteiro de transformação
No roteiro de implantação do TeamGuru as reuniões Tier são o núcleo da prática de gerenciamento diário, no estágio Run: são elas que transformam o quadro SQDIP em rotina de gestão, e não em decoração de parede. Elas pressupõem uma linha de base de indicadores já existente, correm em paralelo com trabalho padronizado e 5S, e criam a demanda pelo que vem depois: trabalho padronizado do líder, para manter o padrão, e solução estruturada de problemas, para tratar o que elas trazem à tona.
- Antes Indicadores de base
- Você está aqui Gerenciamento diário
- Em paralelo Trabalho padronizado e 5S
- Depois Trabalho padronizado do líder
- Depois Solução estruturada de problemas
Quando você ainda não está pronto
Reuniões Tier são baratas de começar e caras de recomeçar. Uma cadeia lançada antes de os pré-requisitos existirem vira um lembrete diário de que o sistema não funciona, e o segundo lançamento briga com essa memória. Não comece quando:
- Ainda não existem quadros de equipe. A reunião Tier é uma conversa em cima de um quadro; sem um quadro SQDIP funcionando, com os números de ontem nele, a reunião não tem do que falar. Monte o quadro primeiro.
- Não existe linha de base dos indicadores. Se ninguém sabe dizer qual é a produção, o refugo ou a parada normal de um dia, todo dia é um desvio e nenhum é. Primeiro a linha de base, depois a reunião.
- Os líderes não conseguem participar todo dia. Se a agenda do gerente de área não protege 20 minutos toda manhã, conserte a agenda antes de lançar uma cadeia que morre na primeira semana em que ele viajar.
- Os dados de ontem só chegam ao meio-dia. Uma reunião às 6h45 sobre números que aparecem às 12h é uma reunião sobre anteontem. Conserte o caminho do dado até o quadro antes de consertar a reunião.
Como iniciar a cadeia
Não lance uma cadeia para a planta inteira numa segunda-feira. Lance uma reunião, faça essa funcionar bem e deixe cada nível criar a demanda pelo próximo. A sequência abaixo leva uma área típica do zero a uma cadeia de três níveis funcionando em cerca de oito semanas.
Semanas 1 e 2: uma Tier 1 em uma área
Escolha a célula com o quadro SQDIP mais confiável e um líder disposto a ser o primeiro. Rode a reunião de 15 minutos todo dia útil. O gerente de área participa como coach, não como condutor: quem conduz é o líder de equipe. A primeira semana vai ser desconfortável e a segunda vai ser mais curta.
Semanas 3 e 4: Tier 1 em toda a área e início da Tier 2
Abra os demais quadros de equipe e coloque em cada nova reunião alguém que viu o piloto. Quando pelo menos três Tier 1 gerarem escalonamentos com regularidade, comece a reunião de área das 7h15. A Tier 2 existe para responder à Tier 1; começar antes disso é criar uma reunião sem pauta.
Semanas 5 a 8: leve para as outras áreas e só então abra a Tier 3
Repita o padrão, área por área. Comece a reunião da planta só quando pelo menos duas áreas tiverem uma Tier 2 estável. Uma Tier 3 alimentada por uma única área é uma reunião de status com etapas a mais.
Monte o relógio de trás para frente, a partir da reunião da planta
A regra é uma manhã: um desvio levantado às 6h45 precisa conseguir chegar ao nível da planta às 8h do mesmo dia. Deixe de 20 a 30 minutos entre os níveis, para os líderes conseguirem caminhar de um quadro ao outro. Desloque a cadeia inteira junto com o início do seu turno e mantenha os intervalos.
Padronize o formato em todo lugar
Mesma pauta, mesmo layout de quadro, mesma faixa de escalonamento em cada área, para que qualquer líder leia qualquer quadro em dez segundos e a condução possa girar sem treinamento novo.
O desenho dos horários carrega o sentido inteiro da cadeia: o que é levantado no quadro de uma equipe às 6h45 está no nível da planta às 8h da mesma manhã, e a resposta consegue voltar ao quadro da equipe antes de o turno acabar. Qualquer desenho em que o escalonamento espera a reunião semanal já perdeu o dia que deveria proteger.
Pautas minuto a minuto para Tier 1 e Tier 2
A pauta é a mesma todo dia, na mesma ordem, para a reunião rodar no ritmo e não na energia de quem conduz. Imprima e pendure ao lado do quadro. Assunto que não cabe na pauta não cabe na reunião.
Tier 1: 15 minutos no quadro da equipe
| Quando | O que acontece |
|---|---|
| Min 0 a 2 | Segurança e pessoas: acidentes, quase acidentes, quem faltou e como a linha fica coberta hoje. |
| Min 2 a 7 | Leitura do quadro: o realizado de ontem do SQDIP contra a meta, com cada letra marcada em verde ou vermelho pela equipe, não pelo líder. |
| Min 7 a 12 | Desvios: para cada vermelho, o que aconteceu, o que contém o problema hoje e uma ação com responsável e prazo. Análise de causa raiz não se faz na reunião. |
| Min 12 a 14 | Escalonamentos: o que a equipe não resolve sozinha, escrito na faixa de escalonamento em uma frase, com o impacto em peças ou em minutos. |
| Min 14 a 15 | Hoje: o plano, o maior risco do dia e a confirmação de que as ações de ontem foram mesmo fechadas. |
Tier 2: 20 minutos no quadro da área
| Quando | O que acontece |
|---|---|
| Min 0 a 2 | Segurança na área inteira: tudo o que apareceu em qualquer quadro de equipe nesta manhã, mais as ações de segurança em aberto. |
| Min 2 a 8 | Equipe por equipe, de 60 a 90 segundos cada, por exceção: só vermelhos e escalonamentos. Quadro verde ganha um aceno de cabeça, não um resumo. |
| Min 8 a 14 | Novos escalonamentos: aceite cada um com responsável e tempo de resposta, ou devolva com um motivo que a equipe entenda. Nada fica parado sem decisão. |
| Min 14 a 18 | Coordenação: as prioridades de manutenção, qualidade e materiais do dia entre as equipes, para que as áreas de suporte saiam com uma única lista priorizada. |
| Min 18 a 20 | Escalonamentos de dias anteriores: o status de cada item e as respostas que cada líder de Tier 1 leva de volta para o seu quadro. |
Repare no que nenhuma das duas pautas contém: análise de causa raiz, revisão de projetos ou informes gerais. A reunião Tier decide o que saiu da linha e quem age. Tudo o que exige mais de dois minutos de discussão sai da reunião com um nome e um horário colados.
Regras de escalonamento e tempos de resposta
O escalonamento falha de duas maneiras opostas: ou tudo sobe e os níveis de cima afogam, ou nada sobe e as equipes convivem em silêncio com problemas que não conseguem resolver. A cura é a mesma nos dois casos: regras escritas que digam o que a equipe resolve sozinha, o que precisa subir e em quanto tempo a resposta volta. É o que no Brasil se chama cadeia de ajuda. A regra prática: se a correção depende de alguém que não está na roda, o item é do nível de cima.
| Regra | O que se enquadra | O relógio |
|---|---|---|
| A equipe resolve | A causa é conhecida e a correção depende só da gente, das ferramentas e dos padrões da própria equipe: falta de um consumível, uma microparada que aconteceu pela primeira vez, 5S saindo do lugar, uma instrução de trabalho que a própria equipe pode corrigir. | Ação no quadro no mesmo dia, com responsável, fechada em 24 horas. Se passar de 24 horas em aberto, deixa de ser problema da equipe e sobe. |
| Sobe em até uma hora | A correção depende de outra área (manutenção, qualidade, planejamento, engenharia), atravessa a fronteira entre equipes, envolve risco de segurança, é a terceira ocorrência do mesmo desvio em duas semanas ou já deixou um indicador vermelho por mais de dois dias. | Escrito na faixa de escalonamento durante a Tier 1 e levado à Tier 2 da mesma manhã. Risco de segurança não espera reunião: vai direto ao gerente de área. |
| A resposta desce | Todo escalonamento aceito volta ao quadro da equipe com uma de três coisas: a correção, um plano com data ou um motivo registrado para não fazer. O silêncio não é uma opção que o sistema permita. | Uma resposta parcial até o fim do turno, e a resposta final ou um plano com data na Tier 1 da manhã seguinte. Nenhum escalonamento passa de 48 horas sem responsável e sem data. |
Um detalhe físico carrega a maior parte da disciplina: a faixa de escalonamento. Todo quadro, em todo nível, tem uma tira visível onde os escalonamentos ficam com três campos: o quê, subiu quando, respondido quando. Escalonamento que só existe em um caderno ou em uma caixa de entrada já falhou, porque ninguém consegue ver o item envelhecendo.
Exemplo prático: um desvio, um dia
Os números são ilustrativos, mas coerentes entre si, e usam o mesmo fabricante de componentes com 450 pessoas que atravessa o roteiro de transformação: demanda de 456 peças por dia, dois turnos, 54 000 segundos de tempo de trabalho diário, takt de 118 segundos. O turno da manhã começa às 6h; quatro equipes de produção fazem a Tier 1 às 6h45, a área se reúne às 7h15 e a planta às 8h. Veja um desvio atravessando essa cadeia.
6h45, Tier 1 da usinagem
O indicador de produção está vermelho: 395 peças contra 456. A equipe rastreia a perda até três paradas por alarme de fuso na máquina M-14, que somaram 121 minutos; com takt de 118 segundos, são 61 peças perdidas. Os operadores resetam o alarme toda vez, mas não conseguem diagnosticar. É o terceiro dia do mesmo alarme.
6h52
Escalonamento escrito na faixa: alarme de fuso na M-14, terceiro dia, 121 minutos perdidos ontem, precisa de diagnóstico da manutenção hoje. A reunião termina às 7h e a equipe volta para a linha.
7h15, Tier 2 da área
O líder da usinagem relata por exceção, em 70 segundos. O gerente de área aceita o escalonamento, nomeia o planejador de manutenção como responsável e define o tempo de resposta: diagnóstico até 10h, resposta no quadro antes de o turno acabar, às 14h.
8h, Tier 3 da planta
A M-14 aparece no quadro da planta como o principal escalonamento da usinagem. Não precisa de discussão: já tem responsável e relógio rodando. O gerente da planta faz uma única pergunta: tem peça de reposição, caso seja o fuso mesmo?
9h40
Diagnóstico concluído. Uma mola desgastada da barra de tração (drawbar) está perdendo força de fixação e disparando o alarme sob carga. Há peça em estoque.
12h30
A mola é trocada durante a parada programada. Intervenção total de 40 minutos, sem nenhuma parada adicional.
13h40
O planejador de manutenção escreve a resposta na faixa de escalonamento da usinagem antes de o turno acabar: causa encontrada, peça trocada, monitorar reincidência nesta semana.
Manhã seguinte, 6h45
Nenhuma parada da M-14, produção de volta na meta, o indicador está verde. Como os resets esconderam uma peça em falha por dois dias, a Tier 2 abre uma análise dos 5 porquês com o operador e o planejador: por que a equipe ficou resetando em vez de escalonar já no primeiro dia?
Tempo total de reunião gasto com esse problema nos três níveis: menos de quatro minutos. A cadeia não resolveu o alarme do fuso; quem resolveu foi a manutenção. O que a cadeia acrescentou foi velocidade e certeza: o problema chegou a alguém com poder de agir 30 minutos depois de ser nomeado, já saiu com tempo de resposta definido, e a resposta estava de volta no quadro da equipe antes do fim do turno, onde todo mundo que levantou o problema pôde ver.
Como manter as reuniões Tier honestas
Toda reunião Tier se degrada sem manutenção, e a degradação vai sempre na mesma direção: mais longa, mais sentada, mais status, menos ação. Três práticas seguram o padrão:
- Trabalho padronizado do líder: o gerente de área participa de uma Tier 1 por dia como observador, com um checklist curto, e orienta quem conduziu depois da reunião, nunca durante.
- Auditoria mensal da reunião: um líder de outra área avalia a reunião com o checklist abaixo e discute o resultado com quem conduz, no mesmo dia.
- Condução rotativa: o papel de condutor gira pela equipe a cada uma ou duas semanas, para a reunião sobreviver a faltas e promoções e para todo mundo aprender a puxar o quadro.
As seis perguntas da auditoria
- A reunião começou na hora, em pé, na frente do quadro?
- Terminou dentro do tempo previsto?
- Os dados de ontem já estavam no quadro antes de a reunião começar?
- Todo vermelho tem uma ação com responsável e prazo?
- Pelo menos um item foi escalonado ou explicitamente fechado nesta semana?
- Todo escalonamento aberto recebeu status, e toda resposta chegou à equipe?
Essas verificações moram na rotina diária dos líderes, que é exatamente o que o trabalho padronizado do líder formaliza: presença, coaching e auditoria viram trabalho agendado e cobrável, em vez de boa intenção.
Erros mais comuns
Reuniões Tier raramente falham com barulho. Elas se desgastam, e o desgaste segue quatro padrões previsíveis. Cada um tem uma contramedida que funciona melhor como regra permanente do que como correção pontual.
Os slides voltam
Alguém monta uma apresentação para ganhar tempo e, em um mês, a reunião está sentada, projetada e com o dobro da duração. A contramedida é uma regra, não um lembrete: o quadro é o único meio. Se não está no quadro, não entra na reunião.
A Tier 2 de 45 minutos
A solução de problemas se mudou para dentro da reunião. A reunião identifica, atribui e cobra; resolver acontece depois, só com quem é necessário. Dê ao condutor autorização explícita para dizer que aquilo se vê fora da reunião, e ponha um relógio visível ao lado do quadro.
Escalonamentos somem em cadernos
O supervisor anota o problema em um bloco e o bloco vai para o escritório. Um escalonamento só existe na faixa do quadro, com a data em que subiu e a data em que foi respondido, as duas à vista. Qualquer item com mais de 48 horas sem responsável entra automaticamente na pauta da próxima Tier 2.
A presença cai depois do segundo mês
Os líderes começam a mandar substitutos e depois mandam desculpas. Presença é trabalho padronizado do líder e é cobrada como qualquer outro padrão. Mas trate a queda como sintoma: as pessoas param de ir quando os escalonamentos param de voltar respondidos. Audite a taxa de resposta antes de auditar a presença.
O que vem depois
Uma cadeia funcionando traz à tona mais problemas do que ela consegue fechar com ações do mesmo dia, e isso é de propósito. Desvios que se repetem, o mesmo alarme, o mesmo defeito, a mesma falta, saem da reunião para a solução estruturada de problemas: 5 porquês para os simples, um ciclo completo de análise de causa raiz e ações corretivas para os que insistem em voltar. A reunião Tier continua sendo o lugar em que essas contramedidas prestam contas do andamento, o que fecha o laço entre gerenciamento diário e melhoria.
A parte difícil de sustentar tudo isso não é a disciplina, é o registro: centenas de pequenos escalonamentos, ações e respostas por mês, cada um precisando de responsável, prazo e status à vista. É aqui que o TeamGuru entra na prática: os casos de uso de reuniões padronizadas, KPIs e gestão de desempenho e escalonamento de problemas mantêm o indicador, a discussão, a ação, o responsável e o escalonamento em uma linha só, de modo que um item levantado na Tier 1 leva o histórico junto para a Tier 2 e a resposta volta pelo mesmo caminho, visível para a equipe que o levantou.
No roteiro, as próximas práticas são o trabalho padronizado do líder, que transforma participar, orientar e auditar a cadeia em rotina diária cobrável de cada líder, e a solução estruturada de problemas, que transforma o que a cadeia traz à tona em causa raiz de fato eliminada.
Leve com você
O diagrama deste guia como imagem, livre para usar em treinamentos e workshops internos.
Baixar PNGPerguntas frequentes
De quantos níveis uma planta precisa?
Quanto tempo deve durar uma reunião Tier?
A reunião Tier é em pé ou sentada?
O que é assunto de Tier 1 e o que é de Tier 2?
Como evitar que as reuniões Tier morram depois de alguns meses?
As reuniões Tier funcionam para equipes remotas ou com várias plantas?
Como funciona no TeamGuru